Pensamientos

“Se um dia olhar para trás e perceber que viveu, até então, sem completar nada em sua vida, pense que sua biografia também está incompleta.” Di Ordontis


"Ainda há vida... e esperança de vivê-la plenamente alegre."

Di Ordontis

domingo, 31 de agosto de 2008

NA CORRERIA.... VAI UM POEMA!

Esses dias estou sem tempo de parar, sentar e escrever. To numa correria loca. Então resolvi postar dois poemas que escrevi numa certa fase da minha vida, feliz e triste ao mesmo tempo. Leiam pra entender pq feliz e triste...

Foto: Imagens Google

AMARGO SABOR DE AMAR

Um olhar, um [simples] sorriso
Que as vezes se torna na mais deliciosa risada.
Quanta força, em um rosto tão singelo;
agressivamente delicado, belo
Forma de esconder-se, de se proteger?
Como queria fazer as vezes de protector,
[de guardador]

Dar a ela a segurança, que de maneira
inexplicável irradia de seu semblante.
Queria eu ter essa mesma segurança
Não estaria agora me declarando ao papel
mas sim amando, sem dor, sem fel.
Di Ordontis

Durante a semana eu posto o outro. Espero que gostem!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

COMPARTILHANDO



RESUMO (pra quem não entender o filme ou tiver com preguiça - mas eu aconselho ver 2 vezes pelo menos, pra não perder os detalhes)

O filme relata a história de um senhor, habitantante de Manhattan, viúvo, um pouco tresloucado com a perda de sua esposa, metódico (acordava às 8h, fazia a barba, arrumava o vestido da já falecida esposa) e que morava em um apartamento onde a luz do sol não chegava, obstruída pelas torres que compunham o complexo do World Trade Center; fato este, que o obrigava a viver sob luz artificial e com o condicionador de ar sempre ligado, além de uma de suas companhias, a televisão.
No dia do atentado contra às torrres seu despertador não o acordou no horário de costume, e já passada as 9h a primeira torre veio abaixo, levando com si as vidas de milhares de pessoas. Por conseguinte permitiu que a luz chegasse ao velho apartamento e trouxesse à vida suas outras companheiras, as flores de sua falecida esposa. Por um instante ao acordar com a luz do sol e ver quão belas estavam as flores, ele encheu seu marcado rosto de alegria, mas logo foi acometido pelo choro da tristeza em perder sua amada; e a segunda torre vem ao chão.

COMENTÁRIO
O sol traz a luz, dando vida, e juntamente com si a realidade. A luz que clareia os cômodos escuros da casa, traz elucidação à mente. Ao mesmo tempo que milhares de pessoas morriam no atentado terrorista às torres do WTC, sob mesmo sol, sob a mesma luz, o senhor do filme vive a alegria da vida florescendo, tornando frondosas as flores mortas, que representavam a sua esposa e a ele mesmo, enclausurado num cômodo escuro de concreto e da alma. Dizem que sol brilha para todos, mas depende de cada um desfrutar dessa graça conscientemente, para o bem comum.
Esse filme é um curta dirigido pelo ator Sean Penn... genial, poético, profundo e paroxal!

sábado, 16 de agosto de 2008

A EFEMERIDADE DA VIDA

Não há nada mais efêmero que o vento! Foto Google

Ao longo da vida somos bombardeados com informações que “ajudam” na formação do nosso caráter, dos nossos conceitos e valores. Essa vida, que nem tão longa é, às vezes parece passar ainda mais rápido quando nos importamos com o que é, ou deveria ser, sem valor.
A sociedade está ao avesso; os valores deturpados. Nossa vida anda na velocidade alucinada do mundo das descobertas tecnológicas e científicas. Na era da informação, o que menos se vê é a comunicação, principalmente a direta. Uma pesquisa recente feita com funcionários de grandes empresas revelou que a grande maioria dos entrevistados prefere mandar um e-mail a se levantar e ir à sala de um colega que está no mesmo corredor que ele.
Vivemos, hoje em dia, a banalização do homem pela valorização das coisas. O ser trocado pelo ter. Investimos dinheiro, tempo e todas as nossas forças para buscarmos segurança e estabilidade financeira que, segundo teorias da administração moderna, formam a base da pirâmide de necessidades do homem, e tem em seu topo a auto-realização, a qual só virá se nos voltarmos para o que é realmente valoroso.
Ao buscarmos a tão sonhada “estabilidade”, movidos pelos princípios capitalistas que permeiam nossa sociedade, abdicamos da família e dos amigos, colocando-os em segundo plano em nossas vidas. Os maiores prazeres estão disponíveis a nós de forma gratuita. O amor, a família, os amigos, as belezas naturais como o nascer e o pôr-do-sol e nossas sensações, que nos são permitidas viver através de nossos órgãos sensoriais, são o que mais nos dá alegria.
É triste chegar a certa idade realizado financeiramente, mas sozinho. O homem necessita viver em sociedade, necessita de amigos. Não há uma fórmula mágica para não sentirmos a transitoriedade da vida e sabermos que, com ela em prática, os efeitos dessa efemeridade não serão sentidos. Contudo, é preciso que abandonemos os “novos” paradigmas e redescubramos o que é importante e essencial para vivermos uma vida simples e feliz.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Falar pra que? Reflexão

Estátua Abraço. Foto Google

Pra que falar se posso abraçar?!
Dar afeto em vez de palavras.
Ser presente e não me esconder.
Dar ouvidos e os ombros,
ser amigo e suportar estrondos!
As palavras são “estranhas”
podem dar vida, mas também matar;
paradoxo intrigante esse, não!?
Silêncio vale mais que palavras,
já diziam a milênios os chineses.

Um olhar, um ato, um sorriso...
Um “bom dia”, pode mudar tudo!
Tornar diferente, a manhã que
insiste em trazer à memória
o que os sonhos puderam apagar.
Se a vida dá voltas, um moinho também;
e sonhar é a água que faz a vida girar.
Pra que falar do amanhã, se preocupar
com o que não vamos ver, por que?!

Por que sem sonhos a vida perde o sentido
Sem esperança deixamos de ser criança
e de acreditarmos no que parece impossível.
Esperança... sonhos... palavras... tempo...
Trimmm.... triimmm.... trimmm....
Hora de acordar e voltar pra vida que não pára de rodar...

domingo, 10 de agosto de 2008

selva

vrummmm...
.................beeeee...
..............................beeeeeeeeeeeeeee...
Assim são minhas noites, meus dias [minha vida]
Do despertar ao adormecer, a cada passo
na frenética corrida contra o tempo
em meio aos arranha-céus, frios [feios]
Todos se cruzam, esbarram, trobam
Poucos se vêem, percebem, sentem
O mundo agoniza, clama por um
instante que seja de paz.
Feras assassinas, que matam seus filhotes
Crueldades que nem na meis feroz selva
admite-se acontecer
Animais sem ética, que não
respeitam mais o rei;
selva onde o rei não governa
rei sem moral, acompanhado dos
macacos, palhaços de circo, que
pulam de partido em partido.
Mata fechada, onde me perco no
burburinho de tantos ruídos...
do que mesmo estavamos falando?

vruuuummmmmmm...
..........................beeeeeeee.....

sábado, 9 de agosto de 2008

¿hablar... para qué?

Pra que falar se posso escrever?!
As pessoas não aceitam tudo... e eu falo tudo!
Tem pessoas que dizem: "Se não quer saber, não pergunta pra ele!"
Sinceridade as vezes não é bom. Aprendi com vida...
Dizem que o papel sim, esse aceita tudo!
Mas também não estou com o papel.
Será que a internet aceita mais que o papel?
Nem sei por que fiz um blog, sempre eu o abando.
Na verdade fui induzido, foi isso...
espero que esse continue, por que os outros... hum... nem comento!
Mas tudo bem, vou parar por aqui... primeiro post só pra começar;
em clima de China... "Toda grande caminhada começa com o primeiro passo!"
meio óbvio, mas profundo... mas até o óbvio precisa ser dito... valew Mao... rs
também não estou muito bem... parece ter um baile funk na minha cabeça.
tum... tum... tum... tum... tum... tum... tum... tum... tum...
Sempre estarei por aqui, mas agora eu vou!