Pensamientos

“Se um dia olhar para trás e perceber que viveu, até então, sem completar nada em sua vida, pense que sua biografia também está incompleta.” Di Ordontis


"Ainda há vida... e esperança de vivê-la plenamente alegre."

Di Ordontis

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Até a última letra…

E qual seria [será] a última letra?!

o A com toda pompa e elegância

de abre-alas do alfabeto?

Ou seria a última letra literalmente a última?

[que confesso não saber se Z, Y ou W]

Mas não importa…

…a última letra ecoa retumbante

no jargão unicamente próprio [dela],

e que hoje só ouço como uma coisa… fim!

Coincidência? Jogo de palavras? Feeling?

Ambos possuem a mesma-última-letra,

mas só o fim me interessa!

Na verdade a moeda-do-fim… cara ou coroa?

Mas o fim está sempre atrelado a um [re]começo

FIM da dor e o [RE]COMEÇO da plenitude de alegria,

FIM da esperança, e o COMEÇO da luta pelo esquecimento

Mas até a última letra terei esperança…

Somente quando ouvir o “estremecedor” jargão

saberei de qual fim estou próximo… mas até lá...

E-S-P-E-R-A-N-Ç-A… até a última letra!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Esses dias...


...estive de férias;
...parei para pensar;
...tive medo;
...renovei minha esperança;
...me preocupei bastante;
...resolvi pendências;
...fiz o que mais amo;
...eu toquei, cantei [to enferrujado];
...li pouco, falei muito e dormi... como eu dormi,
na verdade comi e dormi... rs
...entrei em desespero novamente;
...briguei, falei o que não devia;
...as coisas quase voltaram ao normal;
...vi que nada disso adianta e o que nos resta é
ter esperança. Se bem que esperança não
é para esses dias e sim...
bem... ESPERANÇA é para os próximos dias!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Angustia... desabafo... dor... desabafo....

Certas coisas na vida a gente não entende.
Não entendemos porque não podemos ter o que queremos, ou quem queremos... na hora em que queremos. Mas pior que isso é não entendermos o porquê coisas tristes acontecem com pessoas alegres. Posso até estar sendo fraco nesse exato momento, mas não quero questionar a Deus o “porque?”. Sei que a soberania Dele, o plano que Ele tem para a minha vida – que não passa de uma mísera parte do plano maior para a humanidade – ou simplesmente a Sua vontade, são o que explicam o “porque?” das coisas tristes.
Em pleno 1 de janeiro, um dia como outro qualquer, não fosse cercado de expectativas, esperanças, sonhos, dietas, promessas, planos de um futuro próximo bom, coisas a se realizar, amigos a se conquistar... recebi uma das notícias que não esperava receber e nem achava que me abalaria tanto. Fiz uma oração mas continuei meus afazeres... me lembrava e mais uma vez orava, mas tudo sem parar para processar o que exatamente estava acontecendo.

A noite chegou... a TV desligou... as luzes se apagaram... os olhos fecharam e a dura realidade veio a tona.

- “Por que com ela? Uma menina jovem, com certeza cheia de planos, prestes a se formar, e fazendo mais planos... que estava sempre sorrindo... o Senhor sabe o que faz!”

Eu com minha família imperfeita, com minha saúde quase de ferro, com um armário cheio de roupas que não eram bem as que eu queria, com minha vidinha mais ou menos; cheguei a conclusão que isso tudo não é “mais ou menos” ou “quase” ou “imperfeito” ou “ não eram bem o que eu queria”, essa é a vida que o Senhor me deu, é o que Ele queria pra mim. O que de bom Ele quer me dar.

- “Mesmo sem entender o porquê Senhor, sem saber qual é a Tua vontade... gostaria que o Senhor confortasse os corações da família da Val e junto com eles o do Felipe e também todos os amigos. E me perdoe por toda a murmuração. No nome de Jesus, amém.”

Um desabafo, pra colocar pra fora a angustia que sentia em meu peito... o peso da dor por ser tão egoísta... o constrangimento de ser tão pecador e mesmo assim ser amado e guardado pelo Criador... Vou dormir mais leve, grato pelo amor do Pai, ao dar seu único Filho, pra morrer por mim, me assegurando a renovação das misericórdias do mesmo Pai a cada manhã. Vou dormir cheio de esperança... certo de que devo sonhar, planejar e esperar, porque meus instantes a Ele pertence.
Obrigado Senhor.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Mundinho de Alice



Na sociedade capitalista de caráter dualista em que vivemos, os únicos valores não banalizados são os dos cifrões. Perdemos a capacidade de nos revoltarmos com as animalescas situações que somos forçados a ver. Moralidade e respeito deixaram de pertencer ao nosso vocabulário cotidiano. Afinal, tudo é permitido no “país das maravilhas”!
As pessoas dançam conforme a pizza. São tantas as macaquices aprontadas pela elite pizzaiola do país que perdemos o paladar e a pizza desce amarga, com recheio de corrupção e desonestidade. O velho e “bom” jeitinho brasileiro a essa hora já ajudou a dar sabor a muitas das pizzas que, sem coca-cola, tivemos de engolir.
Valeriodutos, dólares íntimos, sanguessugas e navalhadas foram vistas nas páginas e telas dos que são os maiores formadores de “opinião” desse mundinho de Alice: os veículos de comunicação. O que o povo, que vive como uma nau a deriva, diz e “pensa”, nada mais é do que fruto desses veículos. As mentes não criam, não produzem, apenas copiam e reproduzem.
Prova das sandices e presepadas da sociedade impensante que vivemos, é o resultado de uma pesquisa realizada com cidadãos paulistas. Apenas 39% dos entrevistados se mostraram indignados com os recentes escândalos na cozinha brasileira.
Temos que pintar as caras e segurar o leme. Mesmo em um mar revolto, perdidos e sem esperanças, não podemos fraquejar e nem perder a capacidade de nos revoltarmos contra o mar. As ondas vêem e vão; mas o legado que deixaremos deve aproximar esse país a uma maravilha.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Férias... doce férias...


Não quero alguém que morra de amor por mim. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim. Quero sempre poder ter um sorriso estampado em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém... tambem pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando nao estou por perto... Queria ter a certeza de que apesar das minhas renúncias,loucuras,alguém me valoriza pelo que sou, nao pelo que tenho. Que me veja como ser humano, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, sentimento... E nao brinque com ele. E que esse alguém nunca peça para que eu mude, para que eu cresça, que seja sempre eu mesmo! (Mario Quintana)

Aos meus milhares de leitores... rs... peço desculpas por ficar tanto tempo sem escrever nada... ando sem bons motivos para escrever... mas agora em férias vou ter pelo menos um bom motivo, TEMPO LIVRE! E como não tenho nada escrito que mereça ser colocado aqui vou de Mario Quintana, pq como diria seu Ladir: "Mario Quintana é mara!" rs

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

RAZÃO DE CORAÇÃO

Foto: imagens Google

Meu coração, biológicamente involuntário,
voluntaria-se a amá-la sem que eu o queira
sem mesmo me perguntar o que penso.
No amor não há razão, ele é quem manda.
Estúpido coração!
Só ele não percebe, que ela não me ama
Que o coração dela não é estúpido como ele
Que o amor dela, é racional, afinal, ela é inteligente.
Como queria poder amar racionalmente
sem deixar que ele pule do meu peito e
tome as rédeas de minhas faculdades mentais,
mas isso não é possível, pois no amor ele é quem manda.
No amor... ele é a razão.
Di Ordontis

domingo, 31 de agosto de 2008

NA CORRERIA.... VAI UM POEMA!

Esses dias estou sem tempo de parar, sentar e escrever. To numa correria loca. Então resolvi postar dois poemas que escrevi numa certa fase da minha vida, feliz e triste ao mesmo tempo. Leiam pra entender pq feliz e triste...

Foto: Imagens Google

AMARGO SABOR DE AMAR

Um olhar, um [simples] sorriso
Que as vezes se torna na mais deliciosa risada.
Quanta força, em um rosto tão singelo;
agressivamente delicado, belo
Forma de esconder-se, de se proteger?
Como queria fazer as vezes de protector,
[de guardador]

Dar a ela a segurança, que de maneira
inexplicável irradia de seu semblante.
Queria eu ter essa mesma segurança
Não estaria agora me declarando ao papel
mas sim amando, sem dor, sem fel.
Di Ordontis

Durante a semana eu posto o outro. Espero que gostem!